terça-feira, 22 de agosto de 2017

Palestra sobre o câncer de mama

Hoje recebemos na Fapespa algumas integrantes da Associação Amigas do Peito Pará. A presidente da Associação, Patrícia Cítero, apresentou aos servidores a palestra “Câncer de mama: a importância da informação para maridos, mulheres, filhas e sogras”. Foi uma excelente oportunidade para tirar dúvidas e compartilhar dicas sobre prevenção.





II Encontro Regional dos Estudantes de Economia - Norte (ERECO NORTE) e V Encontro de Economia da UFOPA (ENECON)

Atenção, estudantes de Economia!
Está aberto o prazo para submissão de artigos acadêmicos para o II Encontro Regional dos Estudantes de Economia - Norte (ERECO NORTE) e V Encontro de Economia da UFOPA (ENECON). As inscrições seguem até 15 de setembro, e a programação será realizada de 31 de outubro a 4 de novembro, na Universidade de Federal do Oeste do Pará, Campus Tapajós, Santarém.

Mais informações e o edital completo: 


Termo de cooperação com a União Europeia

Um registro da minha participação, enquanto presidente da Fapespa, juntamente à presidente do Conselho Nacional das Fundações de Pesquisa (Confap), Maria Zaira Turchi, na assinatura do termo de cooperação com a União Europeia para apoio a projetos de pesquisa em torno da temática água.
O projeto, intitulado "International Cooperation for Water", é implementado no âmbito do programa Europeu de apoio à pesquisa e inovação Horizon 2020 e, junto com os parceiros europeus e internacionais, lançará uma chamada conjunta focada na gestão da água em relação aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.
A chamada envolve países como: Argentina, Bélgica, Brasil, Egito, França, Alemanha, Irlanda, Letônia, Moldávia, Noruega, África do Sul, Suécia e Vietnã. A assinatura do termo foi realizada na última sexta, no último dia do Fórum Nacional Confap Belém 2017.

Registros do #FórumConfapBelém2017

Na última semana, de 16 a 18 de agosto, a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) realizou o Fórum Nacional Confap Belém 2017, do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap). A programação, que celebrou os 10 anos da Fapespa, reuniu presidentes e representante das fundações estaduais de amparo à pesquisa; presidentes e representantes de agência federais de fomento (CNPq, Capes e Finep); representantes de instituições de pesquisa; reitores de universidades; parceiros nacionais e internacionais; diretores da área de CT&I; pesquisadores; além de representantes da Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) e do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). 

Durante o evento, a Fapespa também lançou Boletim de Ciência, Tecnologia & Inovação Pará 2017 e anunciou o lançamento, até o final do mês de agosto, de um novo edital de iniciação científica, totalizando R$ 1 milhão, além de quatro editais do Programa InterPará para as regiões do Marajó, Tocantins, Caeté, Capim e Guamá. Os paraenses precisam se apropriar da Fundação para garantir o amparo à pesquisa no Estado. A superação da condição de subdesenvolvimento da Amazônia passa, fundamentalmente, por investimentos em CT&I, por isso a Fapespa deve ser apropriada pela população, que precisa entender a importância do amparo à pesquisa.

Durante essa década, a Fapespa contratou 985 projetos de pesquisa, apoiou 244 eventos e ofertou 6.558 bolsas (total de R$ 80 milhões investidos). Dentre algumas ações recentes, destaco a gestão do Programa Tecnova, as parcerias no polo científico-tecnológico de Salinópolis e no Laboratório da Qualidade do Leite, o apoio técnico-científico ao polo de pesca e aquicultura em Bragança e o convênio com a Santa Casa do Pará. Vale ressaltar que os investimentos na área científica se refletem em novos produtos, novas empresas, verticalização da produção e, consequentemente, em uma economia mais dinâmica. 

Foram várias pautas debatidas ao longo do fórum, com destaque para a importância de se investir em ciência, tecnologia e inovação na Amazônia. Além disso, houve uma visita técnica ao Parque Científico e Tecnológico do Guamá, da Universidade Federal do Pará. Neste momento, pudemos mostrar aos nossos visitantes que a comunidade acadêmica do estado do Pará possui expertise e capacidade para produzir conhecimento e inovação em nível mundial, seja para o setor produtivo ou em forma de tecnologias sociais. O que falta é somente mais investimentos da União. Insistimos muito nessa questão ao longo desses dias, a Amazônia não pode ficar apenas numa agradável retórica da União. Enquanto estamos no centro dos interesses internacionais, ainda permanecemos na periferia do interesse estratégico do país. Não é razoável termos 60% do território nacional, 8% da população e do PIB e menos de 1% dos investimentos em C,T&I.

Confira alguns registros desses 3 dias do #FórumConfapBelém2017:

- Solenidade de abertura realizada na quarta-feira, 16, no Palácio dos Despachos - com o lançamento do Boletim de Ciência, Tecnologia & Inovação Pará 2017.






- Mesa redonda "O papel da Ciência e Tecnologia no Desenvolvimento da Amazônia", realizada no dia 17, na Fiepa - Com a apresentação dos dados do Boletim de Ciência, Tecnologia & Inovação Pará 2017.





- Mesa redonda "Relacionamento com Agências Federais e Organismos Internacionais", realizada dia 17, na Fiepa.







- Visita ao Espaço Inovação, do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá, na Universidade Federal do Pará, realizada no dia 18.







segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Artigo "O pior déficit" - por Cristovam Buarque

Compartilho "O pior déficit"
ARTIGO PUBLICADO NO JORNAL O GLOBO, EM 19/08/2017 - por Cristovam Buarque, Senador pelo PPS-DF e professor emérito da Universidade de Brasília (UnB).

"O Congresso Nacional se prepara para saltar da responsável aprovação do teto nos gastos públicos para a irresponsável aprovação do desvio de R$ 3,6 bilhões, com o objetivo de financiar as campanhas eleitorais no próximo ano.

Um dia, preocupado, o povo assiste ao presidente da República dizer que o Brasil sofre a falência dos serviços públicos por falta de dinheiro; no outro, perplexo, assiste que haverá dinheiro para financiar campanha milionária: R$ 2 milhões por eleito — deputados federais e estaduais, governadores, presidente; R$ 30 pagos por eleitor.

Ao assistir a estes dois fatos — falta de dinheiro para os serviços e dinheiro sobrando para as eleições —, o povo desacredita ainda mais de seus governantes, sobretudo depois do reconhecimento de um déficit de R$ 159 bilhões em 2017.

A oposição também fica desacreditada ao tratar o povo como se ele não soubesse que este déficit foi provocado sobretudo pela irresponsabilidade de seu período no governo.
Chega a ser cínica a afirmação de que este custo das eleições é pequeno, quando sabemos que seria suficiente para enfrentar as dificuldades da nossa ciência e tecnologia, por exemplo.

Também é cinismo dizer que a democracia exige estes gastos, sem levar em conta que nossas eleições estão entre as mais caras do mundo; ou ainda ao dizerem que o recurso sairá das emendas de parlamentares, quando este dinheiro é pago pelo contribuinte, e as emendas dirigidas para atender necessidades da população.

Graças ao teto dos gastos, o povo sabe que o dinheiro é curto e será tomado dele para financiar as campanhas, caracterizando uma corrupção nas prioridades.

É uma vergonha dizer que este gasto é necessário para fortalecer a democracia: não há democracia sem políticos com credibilidade e não há credibilidade em um Parlamento cujos membros um dia aprovam um necessário teto de gastos, e no outro continuam fazendo uma das mais caras eleições do mundo, sem dar exemplos próprios de austeridade.

O Congresso devia determinar medidas que reduzam o custo das campanhas e que elas sejam financiadas pelos filiados e simpatizantes dos partidos e dos candidatos.

Além dos elevados gastos de campanha, o governo precisa dar exemplos: acabando com remunerações acima do já elevado teto salarial que equivale a 35 vezes o salário mínimo do trabalhador; precisa determinar que nenhum de seus dirigentes acumule salários, como aposentadorias; acabar com mordomias e subsídios pessoais. São gestos que têm pouco impacto fiscal, mas um imenso impacto moral.

O Brasil não supera sua crise se seus dirigentes não derem o exemplo. E os políticos estão na contramão ao apresentar uma proposta de reforma política que, além de piorar o maldito sistema atual, desvia recursos públicos para campanha eleitoral.

Pior que o déficit fiscal é o déficit moral. E esta reforma eleitoral está ampliando essa escassez e comprometendo nossa democracia, no lugar de fortalecê-la."

Simpósio de Pesquisa e Iniciação Científica da Estácio

Programação do Simpósio de Pesquisa e Iniciação Científica da Estácio, que será realizado nos dias 25 e 26 de agosto.

Na abertura, às 19h, no auditório da FAP, apresentarei a aula magna "O papel da pesquisa no desenvolvimento da Amazônia: um olhar para o estado do Pará". 


quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Fórum Nacional Confap Belém 2017 - entrevista Bom dia Pará

Você sabia que menos de 1% dos recursos federais é investido para a ciência e tecnologia na Amazônia? Esse será um dos assuntos debatidos de hoje até sexta-feira, 18, no Fórum Nacional Confap Belém 2017, que será realizado pela Fapespa, com a presença dos representantes das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa de todo o país, presidentes e representantes de agências nacionais de fomento, além de parceiros nacionais e internacionais.
Confira a entrevista que concedi ao Bom dia Pará desta quarta-feira, 16, sobre importância desse debate acerca da ciência, tecnologia e inovação na nossa região:


sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Abertura da Semana do Economista 2017

Representando o Conselho Federal de Economia (Cofecon), participei ontem à noite, no Sebrae, da mesa de abertura da Semana do Economista 2017, que apresenta o tema "O Empreendedorismo na Amazônia: Oportunidades e Desafios".



Convite #FórumConfapBelém2017

Convite da Fapespa para a abertura do Fórum Nacional Confap Belém 2017, que será realizada na próxima quarta-feira, 16, às 19h, no Palácio dos Despachos.
O evento segue até o dia 18 e vai reunir os presidentes das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa, presidentes e representantes de agências nacionais de fomento, além de parceiros nacionais e internacionais.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

O atual cenário ecônomo e político - palestra na Estácio Castanhal (turmas da noite)

Mais uma vez agradeço aos professores Ailton Ramos e Rafael David Monteiro Pereira e aos alunos de contabilidade e administração da Faculdade Estácio de Castanhal, pela gentil acolhida no dia de ontem. Parabenizo pela iniciativa e pela forma como a atividade foi pensada e organizada. Realmente precisamos formar profissionais para a transformação social, e o debate sobre a nossa crise civilizatória e sobre política é mais do que necessário. Enquanto o Brasil ainda precisa de um Projeto de Nação, o Pará precisa de uma "Nova Cabanagem", um movimento social mais amplo capaz de enfrentar as injustiça federativas que estamos submetidos. Somado a isto, precisamos de uma revolução cultural que permita uma participação mais ativa, responsável e qualificada na nossa vida política. Muitos obrigado pela oportunidade de acreditar que ainda é possível!

Fotos das turmas da palestra sobre economia e política, ministrada ontem, para as turmas noturnas da Estácio Castanhal: