segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Movimento Contra a Lei Kandir


No mês de novembro do ano passado tomei conhecimento do Projeto de Emenda Constitucional - PEC 92 de autoria do Deputado Federal Claudio Puty. Soube da iniciativa pelo jornal. Imediatamente liguei para o parlamentar para parabeniza-lo e para dizer que esta luta não poderia ser somente de um parlamentar ou de um partido, mas sim que deveria ser uma luta suprapartidária capaz de envolver toda a sociedade paraense. Para isto, é fundamental colocarmos as nossas diferenças politicas e ideológicas de lado em prol de uma causa maior.
Naquele momento conversei com o Presidente da Associação Comercial do Estado do Pará (ACP), Sérgio Bitar, e com o Presidente do Conselho Regional de Economia do Estado do Pará (CORECON-PA), Rosivaldo Batista, a respeito. Ambos colocaram as suas instituições a disposição do debate. Posteriormente, recebi apoio do Diretor da Faculdade de Economia da UFPA, Armando Lírio, e dos alunos do Curso de Economia por meio do Centro Acadêmico de Economia (CAECON).
Hoje, dia 20 de janeiro, após uma reunião na Sede da ACP, com o Deputado Claudio Puty para conhecermos os detalhes do projeto, ficou ainda mais evidente a necessidade de organização de um movimento vindo da sociedade civil capaz de envolver diversas organizações e instituições. Hoje, verdadeiramente começou a mobilização do povo do estado do Pará contra a Lei Kandir.
Com este objetivo vamos iniciar um movimento suprapartidário para organizar a nossa luta contra a Lei Kandir. Para isto, pretendemos organizar uma série de discussões sobre o tema, culminando com um ato político e com uma marcha pública. Todos aqueles que queiram contribuir para esta luta estão convidados.

Um comentário:

  1. Por favor, criem e divulguem essa discussão. De preferência, usem plataformas que permitam a transmissão ao vivo pela internet como o USTREAM, TWITCAM por exemplo, que permitem o compartilhamento, comentários e uma boa participação em massa pela internet mesmo.

    Acho interessante nos informarmos e debater apenas na internet, e irmos às ruas no momento certo, com muitas pessoas já bem-informadas sobre o que fazer e porque no movimento.

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