quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Fórum Nacional Confap Belém 2017 - entrevista Bom dia Pará

Você sabia que menos de 1% dos recursos federais é investido para a ciência e tecnologia na Amazônia? Esse será um dos assuntos debatidos de hoje até sexta-feira, 18, no Fórum Nacional Confap Belém 2017, que será realizado pela Fapespa, com a presença dos representantes das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa de todo o país, presidentes e representantes de agências nacionais de fomento, além de parceiros nacionais e internacionais.
Confira a entrevista que concedi ao Bom dia Pará desta quarta-feira, 16, sobre importância desse debate acerca da ciência, tecnologia e inovação na nossa região:


sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Abertura da Semana do Economista 2017

Representando o Conselho Federal de Economia (Cofecon), participei ontem à noite, no Sebrae, da mesa de abertura da Semana do Economista 2017, que apresenta o tema "O Empreendedorismo na Amazônia: Oportunidades e Desafios".



Convite #FórumConfapBelém2017

Convite da Fapespa para a abertura do Fórum Nacional Confap Belém 2017, que será realizada na próxima quarta-feira, 16, às 19h, no Palácio dos Despachos.
O evento segue até o dia 18 e vai reunir os presidentes das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa, presidentes e representantes de agências nacionais de fomento, além de parceiros nacionais e internacionais.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

O atual cenário ecônomo e político - palestra na Estácio Castanhal (turmas da noite)

Mais uma vez agradeço aos professores Ailton Ramos e Rafael David Monteiro Pereira e aos alunos de contabilidade e administração da Faculdade Estácio de Castanhal, pela gentil acolhida no dia de ontem. Parabenizo pela iniciativa e pela forma como a atividade foi pensada e organizada. Realmente precisamos formar profissionais para a transformação social, e o debate sobre a nossa crise civilizatória e sobre política é mais do que necessário. Enquanto o Brasil ainda precisa de um Projeto de Nação, o Pará precisa de uma "Nova Cabanagem", um movimento social mais amplo capaz de enfrentar as injustiça federativas que estamos submetidos. Somado a isto, precisamos de uma revolução cultural que permita uma participação mais ativa, responsável e qualificada na nossa vida política. Muitos obrigado pela oportunidade de acreditar que ainda é possível!

Fotos das turmas da palestra sobre economia e política, ministrada ontem, para as turmas noturnas da Estácio Castanhal:






quarta-feira, 9 de agosto de 2017

O atual cenário ecônomo e político - palestra na Estácio Castanhal (turmas da tarde)

Nesta tarde, discutimos sobre o atual cenário econômico e político, na Semana de Acolhimento aos Alunos da Estácio Castanhal, que reuniu estudantes dos cursos de Administração e Ciências Contábeis. Agradeço o convite aos professores Ailton Ramos e Rafael David Monteiro Pereira!





Projeções e Perspectivas para a Economia Brasileira e Paraense no 2° Semestre de 2017

Registros do Seminário Projeções e Perspectivas para a Economia Brasileira e Paraense no 2° Semestre de 2017, realizado hoje de manhã, no Espaço Cultural Boulevard das Artes, em Belém. Uma realização da parceria entre Fapespa, por meio do Grupo Interinstitucional de Estudos e Análise Conjuntural (Geac), e a Fecomércio Pará. 

Ao meu lado na mesa de debate: Raul Tavares - CIN FIEPA; Olavo das Neves - Codec; Felipe Holanda - Cofecon; Miguel Sampaio - ACP; Sebastião Campos - Fecomércio-Pa; Fabrizio Guaglianone - Sebrae-Pa; e Alex Moreira - Sedeme.

Agradeço a todos que participaram do evento!





terça-feira, 8 de agosto de 2017

Comissão Mista da Lei Kandir será instalada nesta quarta-feira

 A Comissão Mista Especial sobre a Lei Kandir (Lei Complementar 87/96) será instalada nesta quarta-feira (9), às 14h30. Após a instalação, serão escolhidos o presidente, o vice-presidente e o relator da comissão. A instalação será realizada no plenário 19 da Ala Senador Alexandre Costa do Senado Federal.

Mais informações:
MATÉRIA COMPLETA!




Reunião sobre o Summit

Ontem também tivemos uma reunião com o vice-governador do Pará, Zequinha Marinho, sobre a realização do Summit, o maior programa de formação de lideranças do mundo, no estado.


Impactos da Lei Kandir são tema de audiência pública no município de Santarém

Confira a matéria da Agência Pará sobre a audiência pública realizada na sexta-feira, em Santarém, sobre os impactos e as perdas que o estado do Pará vem acumulando ao longo de mais de 20 anos com a Lei Kandir (Lei Complementar nº 87, de 13/09/2016):

MATÉRIA NA ÍNTEGRA -> CLIQUE AQUI!


segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Reunião na Santa Casa de Misericórdia do Pará

Hoje tivemos uma reunião com os coordenadores dos projetos de pesquisa contratados por meio do convênio assinado entre a Fapespa e a Fundação Santa Casa de Misericórdia no montante de RS 3 milhões.


Seminário Projeções e Perspectivas para a Economia Brasileira e Paraense no 2° Semestre de 2017

Nesta quarta, 9, a partir das 8h, no auditório do Espaço Cultural Boulevard das Artes, em Belém:
Seminário Projeções e Perspectivas para a Economia Brasileira e Paraense no 2° Semestre de 2017. Uma realização da Fapespa em parceria com a Fecomércio Pará. 
- Confira a programação:



Prêmio Seplan de Monografias 2017


Estão abertas as inscrições para o Prêmio Seplan de Monografias 2017, uma iniciativa do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão realizada pela Escola Nacional de Administração Pública – ENAP. O prêmio tem a finalidade de estimular a pesquisa sobre planejamento governamental, avaliação de políticas públicas e reformas econômicas, reconhecendo os trabalhos de qualidade técnica e de aplicabilidade na Administração Pública brasileira que permitam melhorar o desempenho econômico do Brasil.

Estão aptos a concorrer os trabalhos individuais ou em grupo de candidatos de qualquer nacionalidade e formação acadêmica (graduação ou pós-graduação) ou que estejam cursando o último ano da graduação. As inscrições seguem até o dia 31 de outubro.


Mais informações, CLIQUE AQUI!

Santarém - Audiência pública sobre a Lei Kandir

Alguns registros da audiência pública sobre a Lei Kandir, realizada na sexta-feira,4, em Santarém. Precisamos como sociedade compreender os impactos nefastos desta legislação sobre o nosso estado e nossos municípios e construirmos uma unidade, independente de ideologias partidárias, com o objetivo de buscarmos do governo federal justas e devidas compensações.

Somente ano passado o Pará logrou uma perda de R$ bilhões. Santarém, que nos recebeu na sexta, foi o nono município em volume de perdas (R$ 18 milhões). O evento foi organizado em parceria entre a Fapespa, CODEC e Comissão da Lei Kandir do Congresso Nacional.

Agradeço​ ao meu amigo Olavo das Neves pela organização do evento!



sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Os 10 municípios que mais perderam com a Lei Kandir em 2016

Vamos destacar hoje, em Santarém, na audiência sobre as perdas do estado do Pará com a Lei Kandir. 

Os 10 municípios que mais perderam com a Lei Kandir em 2016.


Audiência pública em Santarém

Um registro na audiência pública de revisão do PPA 2016-2019 e LOA 2018, em Santarém.


terça-feira, 1 de agosto de 2017

Audiência pública de revisão do PPA 2016 – 2019 e de elaboração da Lei Orçamentária Anual 2018 em Altamira

Hoje foi dia de participar da audiência pública de revisão do PPA 2016 – 2019 e de elaboração da Lei Orçamentária Anual 2018 em Altamira. Confira  algumas informações apresentadas no encontro:

Há uma queda de arrecadação de aproximadamente R$ 50 milhões por mês em função da crise econômica, o que está gerando necessidade de ajuste fiscal do estado;

Previsão de Receita Total do Estado em 2018: R$ 27,8 bilhões;

Previsão de Receita corrente em 2018: R$ 19,7 bilhões (69% virão de arrecadação própria e 31% de receita transferida);

O ICMS irá responder por 78% da receita própria do Estado em 2018, cerca de R$10 bilhões;

O FPE irá responder por cerca de 90% da receita transferida;

A Taxa Mineral deverá responder por R$ 500 milhões;

A Taxa Hídrica deverá responder por R$ 46 milhões;

Royalties da Mineração: R$ 138 milhões;

Royalties dos Recursos Hídricos: R$ 68 milhões;

Operações de crédito prevista: R$ 595 milhões;

O orçamento per capita será de cerca de R$ 290 reais mês em 2018.

Transferência constitucionais (FPM): R$ 3,1 bilhões;

Transferências para outros poderes: R$ 2,4 bilhões;

Recursos do Tesouro propriamente dito: R$ 11,3 bilhões;

Despesas com Pessoal: R$ 6,4 bilhões (56,87%);

Investimentos: R$ 514,9 milhões (4,53%).





quinta-feira, 6 de julho de 2017

Prêmio Celso Furtado de Desenvolvimento Regional - inscrições

4ª edição do Prêmio Celso Furtado de Desenvolvimento Regional - homenagem a Milton Santos. Inscrições: até 31 de julho. Mais detalhes: www.mi.gov.br/premio.


sexta-feira, 23 de junho de 2017

VIII Fórum do TCE-PA e Jurisdicionados

Auditório do Hangar lotou nesta tarde de quinta-feira, na palestra "Os desafios da Governança Pública no Atual Cenário Econômico", no último dia do VIII Fórum do TCE-PA e Jurisdicionados. Agradeço a toda a organização do evento pelo convite!










quarta-feira, 21 de junho de 2017

Lançamento do Barômetro de Barcarena

Alguns registros do lançamento do Barômetro da Sustentabilidade do Município de Barcarena, realizado na manhã desta terça-feira, 20 de junho, no auditório da Secretaria Municipal de Assistência Social do município.

O barômetro está disponível no site da Fapespa: 



Programação do VIII Fórum do TCE-PA e Jurisdicionados

Palestra "Os desafios da Governança Pública no Atual Cenário Econômico"

Nesta quinta-feira, 22 de junho, às 14h, no Hangar, durante a programação do VIII Fórum do TCE-PA e Jurisdicionados. O evento será transmitido ao vivo neste link: www.tce.pa.gov.br/viii-forum/

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO FÓRUM:


terça-feira, 20 de junho de 2017

Audiência sobre a Lei Kandir - Matéria no site do Cofecon

Matéria do Cofecon sobre a palestra que apresentei na audiência pública que discutiu a Lei Kandir (Projeto de Lei Complementar nº 221/1998), em Comissão Especial na Câmara dos Deputados, no dia 13 de junho. A palestra teve como tema a perda dos Estados com a Lei Kandir, com dados da nota técnica lançada pela Fapespa.


sexta-feira, 16 de junho de 2017

Enclave ou instrumento de transformação social

Confira o artigo "A Igreja Evangélica na Amazônia (parte II): enclave ou instrumento de transformação social", que escrevei para o jornal gente Gospel de maio/junho/julho:


A Igreja Evangélica na Amazônia (Parte II): enclave ou instrumento de transformação social

Eduardo Costa
 Professor da UFPA, Doutor em Economia pela Unicamp, Conselheiro Efetivo do Conselho Federal de Economia, Presidente da FAPESPA e membro da Comunidade Evangélica Integrada da Amazônia (CEIA). Correio eletrônico: ejmcosta@gmail.com 

"E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus." (Romanos 12:2)

Nos últimos dois artigos publicados no Jornal Gente Gospel, destacamos que o maior desafio para as igrejas evangélicas do estado do Pará é o desafio da transformação social. Não resta dúvida de que nestes mais de 120 anos de ações missionárias o resultado em termos do número de “conversões” é exitoso. Conforme dados do IBGE, 26% da população do estado, cerca de 2 milhões de habitantes, declararam-se de religião evangélica no último Censo Demográfico (2010). Analisando com um pouco mais de cuidado o perfil do cristão evangélico paraense, é possível constatar que, de acordo com os dados estatísticos oficiais, este encontra-se na base da estratificação social, com baixa instrução, baixa empregabilidade, baixa remuneração e, como consequência, enorme vulnerabilidade social.

Neste sentido, em que pese as ações evangelísticas terem tido grande sucesso no alcance do número de convertidos, as igrejas evangélicas vêm apresentando baixa capacidade de impacto social em seus membros, ao mesmo tempo em que vêm se consolidando como enclaves na sociedade no momento em que, a grande maioria, volta-se exclusivamente para práticas litúrgicas e eclesiásticas internas e deixam de impactar a realidade do local e das pessoas onde estão inseridas (ruas, bairros, cidades, estados ou até mesmo países).

Esta reflexão traz à tona uma série de questionamentos que dariam um bom debate numa turma de Teologia. A igreja evangélica tem cumprido o seu papel social? A responsabilidade social faz parte da missão da igreja? Existe evangelho pleno sem responsabilidade social? A construção do reino de Deus é uma temática meramente espiritual de uma vida pós-morte, ou devemos tentar construir o reino de Deus na Terra? Temos sido partícipes do projeto de implantação do Reino de Deus na Terra? Estamos exercitando uma visão bíblica plena ou integral?

Debates em torno destas questões estão começando a emergir num movimento mais amplo que está sendo chamado por alguns teólogos como Quarta Onda Missionária, um movimento que tem convergido para o entendimento de que é necessário buscar uma cosmovisão bíblica integral (plena) na qual o alcance missionário é muito mais amplo do que reporta o nosso senso comum, ou mesmo do que é comumente apresentado nas igrejas cristãs e nos seminários teológicos.

Há neste sentido um novo clamor evangelístico e um avivamento eclesiástico-social que se materializa na necessidade de promover ações que levem a membresia a lograr inclusão, redução de suas vulnerabilidades sociais e mobilidade social. Ou seja, é um clamor para que os cristãos e as igrejas busquem maior envolvimento nos assuntos seculares na medida em que a mensagem do evangelho, em sua integralidade e plenitude, pode redimir não somente indivíduos, mas a própria sociedade ao promover mudança de mentalidade e conversão social (coletiva).

A Cosmovisão Bíblica Integral – ao contrário do secularismo que despreza o mundo espiritual e guia-se pelo materialismo e hedonismo, e do animismo que espiritualiza tudo desprezando a influência que o próprio homem pode ter em sua trajetória – parte de dois pressupostos: (i) existe uma verdade absoluta que pode ser conhecida; (ii) a relação entre o mundo físico e espiritual é dialética.

Logo, o subdesenvolvimento – manifesto numa sociedade com expressivas contradições sociais, dentre elas pobreza e desigualdade – é reflexo de um sistema de valores que se baseia numa cultura indutora do “pecado público”, tendo como exemplo a prática de corrupção generalizada que grassa o nosso país e é resultante de uma cultura que se manifesta pela lógica do “se servir da coisa pública” ao invés do intuito de “servir a sociedade e o que é público”. Esta atitude é uma clara manifestação de uma cultura pautada nas práticas do individualismo/personalismo, coronelismo e fisiologismo.

 A superação deste quadro somente pode ser alcançada por meio de um processo de autodeterminação individual e coletiva expressa num processo de ruptura de paradigmas (conversão), na medida em que há uma relação causal entre crenças (cultura), valores, comportamento e consequências.

Uma cultura alicerçada em desarmonia com a Cosmovisão Bíblica Integral produz uma sociedade com valores invertidos, conduzida por padrões de comportamento que se expressam no materialismo e hedonismo, na necessidade de tentar tirar vantagem de tudo, na compreensão de que os fins justificam os meios, no preconceito de raças e gênero, na visão de que o trabalho não edifica o homem, na crença de que todos são corruptos e desonestos e de que ser honesto é coisa para “otário”, ou mesmo na visão de que todos os caminhos levam a Deus, daí a necessidade da busca pelo relativismo ou mesmo pelo sincretismo religioso.

A consequência deste padrão cultural de comportamento se expressa numa sociedade com instituições sociais deletérias ao seu processo de desenvolvimento. Ou seja, pobreza, desigualdade e subdesenvolvimento têm origem num padrão de crença coletiva, na cosmovisão do povo.

Mas como quebrar este círculo vicioso das crenças (cultura), valores, comportamento e consequências? Através da implantação de uma Cosmovisão Bíblica Integral que tem como visão fundamental a conversão e o discipulado, não somente numa perspectiva do indivíduo, mas numa visão mais ampla por meio do discipulado social (coletivo).

Conversão significa mudança de atitude, metanoia, mudança de valores, quebra de paradigmas, ampliação da visão, desenvolvimento de novas perspectivas. Neste sentido, esta transformação plena somente pode ser atingida por meio do discipulado, entendendo este como um processo de condução a uma mudança de acordo com padrões bíblicos. É, desta forma, uma prática de mentoreamento sistemático, ou como está atualmente em voga no meio empresarial, de coaching, que induz a uma renovação das disposições psíquicas e morais, um novo modo de pensar e agir, com o estabelecimento de metas e objetivos.

Neste ponto, cabe uma observação. As relações sociais sempre são dialéticas, estando inclusa a relação igreja x sociedade. Consequentemente, ou a igreja discípula a sociedade, ou a sociedade acaba discipulado a igreja. E é o que temos observado em muitos casos, igrejas sendo impactadas pelo secularismo, pelo sincretismo religioso e/ou cultural, ou pela atual cosmovisão pós-moderna que exalta o indivíduo, o relativismo, o superficialismo, o hedonismo e o instantâneo. Estas igrejas vivem um evangelho da superficialidade, que não louva e adora em espírito e em verdade, que não prega a mensagem da Cruz, do arrependimento, da conversão dos pecados, do céu e do inferno, da volta triunfal de Jesus, mas que procura agradar de todas as formas um “crente” imaturo, egoísta, ambicioso, hedonista e carnal.

Quando uma igreja falha ao discipular uma sociedade ela acaba sendo discipulada pelas crenças, valores e comportamentos correntes, e ao fazer isto ela se contamina e deixa de ser “sal” e “luz”. Neste ponto, surgem novas e importantes questões que ainda precisam ser debatidas e amadurecidas pela igreja contemporânea: Como desenvolver um discipulado social? Como implantar ações de responsabilidade social? Práticas assistencialistas são suficientes?

Contudo, é bom enfatizar, existem alguns princípios que devem nortear este debate:

1. O evangelho precisa ser vivido em sua plenitude (Cosmovisão Bíblica Integral);
2. A plenitude de Deus precisa estar não somente na vida do cristão. Mas em sua casa, seu trabalho, sua igreja, sua comunidade, sua cidade, seu estado e seu país;
3. Uma igreja que não trabalha no desenvolvimento integral de sua membresia acaba por atrofiar o seu desenvolvimento e o seu ministério;
4. Uma igreja que não impacta a sociedade e o seu tempo não vive o evangelho em sua plenitude;
5. Ou a igreja discípula a sua membresia e a comunidade ou ela será discipulada pela visão secularista.

Para quem não viu meus outros 3 artigos que foram publicados nas edições anteriores do informativo, seguem os links:







Debate sobre a Lei Kandir - cobertura completa

Confira a cobertura do debate sobre a regulamentação da Lei Kandir, realizado nesta semana, em Brasília. Reportagem da TV Agência Pará:

video

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Vídeo na íntegra - Audiência Pública em Brasília sobre a regulamentação da Lei Kandir

Confira o vídeo na íntegra da Audiência Pública da Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa a perda dos Estados com a Lei Kandir. Durante a reunião, realizada nesta terça-feira, 13 de junho, apresentei os dados da nota técnica "O Impacto da Lei Kandir na Arrecadação do ICMS dos Estados no Período 1997 - 2016: Estimativas das Perdas com as Desoneração das Exportações de Produtos Primários e Semielaborados", elaborada pela Fapespa.


Saiu na mídia - Regulamentação da Lei Kandir volta a ser debatida em Brasília

O debate sobre a regulamentação da Lei Kandir, realizado nesta terça-feira, 13 de junho, em Brasília, foi destaque na imprensa. 

Jornal O Liberal 


Jornal Amazônia


Coluna Adenirson Lage - Jornal Amazônia


Agência Pará - LINK DA MATÉRIA




terça-feira, 13 de junho de 2017

Pará deixa de arrecadar R$ 3,1 bi com a Lei kandir

Confira a matéria do jornal O Liberal desta terça-feira, 13, que destacou o estudo da Fapespa que aponta as perdas dos Estados com a Lei Kandir:


Revista VitriNews de maio - Barômetro de Barcarena

Revista VitriNews, de Barcarena. Edição de maio, que destacou a lançamento do Barômetro do município, que será realizado pela Fapespa neste mês de junho.

A data do lançamento será divulgada nos próximos dias.