sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Fapespa lança Anuário Estatístico do Pará 2017


Esta semana, durante a 14ª Reunião do GEAC (Grupo Interinstitucional de Estudos e Análise Conjuntural), a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) lançou o Anuário Estatístico do Estado do Pará 2017. O produto é digital e já está disponível para acesso no site da Fundação. Dividido em cinco temáticas, que são: Demografia, Economia, Meio Ambiente, Infraestrutura e Social, o Anuário apresenta 135 indicadores, por meio de tabelas e mapas, com estatísticas dos últimos cinco anos.

O objetivo é socializar dados, informações e registros administrativos, sobre características do Estado do Pará, suas regiões e seus municípios, auxiliando, assim, na realização de pesquisas e quaisquer outras atividades executadas por gestores públicos, pelo setor privado, pela comunidade acadêmica e pela sociedade em geral.

Acesse o Anuário através do link http://www.fapespa.pa.gov.br/menu/148

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Palestra “Projeções e perspectivas para a economia brasileira e paraense em 2017”

Quer entender melhor o cenário econômico brasileiro e paraense? Assista à palestra “Projeções e perspectivas para a economia brasileira e paraense em 2017”, que ministrei na última semana, em evento da Associação Empresarial de Ananindeua – ACIA.


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Palestra no 1º Encontro Empresarial do Sindilojas Belém

Nesta quarta-feira (22), participarei do 1º Encontro Empresarial do Sindilojas Belém, durante o qual ministrarei a palestra “Perspectiva da Economia Brasileira e Paraense em 2017”, na qual serão apresentados dados econômicos e a influência do cenário mundial e nacional sobre eles.


terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Pará tem o terceiro maior saldo da balança comercial brasileira

A Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (FAPESPA), em cooperação técnica com o Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação das Indústrias do Pará (FIEPA), lançou na noite de ontem, 20, o Boletim do Comércio Exterior Paraense de 2016. Os dados mostram que o Pará teve o terceiro maior saldo da balança comercial brasileira, com US$ 9,407 bilhões. Destaca-se que enquanto o Brasil apresentou retração no valor das importações e exportações, o Pará teve incremento em ambos.

De acordo com o Boletim, o Brasil teve um saldo comercial de US$ 47,683 bilhões, o que foi resultado do comportamento da balança comercial das Unidades Federativas, que em sua maioria encerrou 2016 com saldo positivo. O Estado do Pará ficou atrás apenas dos estados de Minas Gerais, com saldo de US$ 15,366 bilhões, e Mato Grosso, com US$ 11,401 bilhões. Em comparação com o ano de 2015, o saldo paraense em 2016 foi 0,86% maior, devido à elevação das exportações em 2,32% e das importações em 16,81%.

O Boletim traz o detalhamento dos principais produtos exportados pelo Estado do Pará, com destaque para o “minério de ferro bruto”, entre os produtos minerais, com crescimento de 20,58%; e entre os produtos não tradicionais, a “carne de bovinos”, com aumento de 13,48%. Entre os produtos tradicionais, o item “peixes” teve aumento de 11,84% nas exportações, enquanto os principais do grupo, que são “madeira” e “pimenta”, registraram redução nas exportações. Em 2016, o Pará exportou US$ 10,511 bilhões.

Entre os principais destinos dos produtos exportados pelo Pará estão a China, o Japão, a Alemanha, a Holanda e o Canadá, que totalizam 54,19% de todo o valor exportado pelo estado em 2016. Os municípios que lideram as exportações no estado são: Parauapebas, Barcarena e Marabá.





segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Assinatura de convênio permite avanços para a pesca e aquicultura na região de Bragança

Na manhã desta segunda-feira (20), em cerimônia na cidade de Bragança, a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), em parceria com a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica do Pará (SECTET), assinou convênio com o Instituto Federal do Pará (IFPA), que permite a implantação e operacionalização do Centro de Piscicultura do Instituto, em Bragança, CEPIS. O valor total do investimento é de R$ 1,8 milhões.

Este convênio, assim como o assinado em janeiro deste ano, com a UFPA – Campus Bragança, no valor de R$ 3,4 milhões, tem como objetivo implementar o Polo Científico de Pesca e Aquicultura do Nordeste Paraense. Este Polo permitirá o fortalecimento de pesquisas na área, a geração e transferência de tecnologia, o aprimoramento dos profissionais em formação pelas duas instituições, além dos benefícios relacionados à criação de novas oportunidades para a economia local.

A criação deste Polo é um marco e integram as ações do Governo para alavancar a verticalização da produção de pescado na região, de forma sustentável, conforme previsto no Programa Pará 2030. A pesca e a aquicultura são uma das 14 cadeias produtivas estratégicas do Programa, e pelas projeções que fizemos, com este Polo, nos próximos quatro anos, será possível movimentar aproximadamente 1,4 milhões da economia local.

O incentivo a pesquisa permitirá o melhoramento das técnicas utilizadas na produção de pescado e, consequentemente, o aumento da produção de alevinos. O objetivo é fazer com que a região de Bragança se torne referência na produção de conhecimento, em melhoramento genético e produção de peixes típicos da Amazônia.








sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Palestra e parceria com a Associação Empresarial de Ananindeua

Na noite de ontem, 16, durante a cerimônia de posse das diretorias da Associação Empresarial de Ananindeua – ACIA, da qual faço parte, ministrei a palestra “Projeções e perspectivas para a economia brasileira e paraense em 2017”. Com o auditório lotado, apresentamos dados referentes ao cenário econômico brasileiro em 2016, a expectativa do cenário nacional para 2017, além de dados econômicos do Pará e do município de Ananindeua, que possui o 4 ª maior PIB (Produto Interno Bruto) do Estado.

Foram empossados o empresário Allan Bitar, como presidente da ACIA; na presidência do Conselho da Mulher Empresária – CME, Ivelane Neves; e na presidência do Conselho de Jovens Empresários - Conjove, Anderson Campos. A cerimônia contou com a presença de diversas autoridades, entre elas o Prefeito de Ananindeua, Manoel Pioneiro; o Presidente da Fecomércio, Sebastião Campos; o Vereador Daniel Santos, Presidente da Câmara Municipal de Ananindeua; Jorge Portugal, Presidente da Associação Paraense de Supermercados – ASPAS; entre outras.

Durante a solenidade, o presidente da ACIA anunciou aos presentes, a parceria firmada com a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) para a construção de um planejamento Ananindeua 2030, seguindo a mesma lógica do Programa Pará 2030, lançado pelo Governo do Estado. Este planejamento deve ser construído através de audiências públicas e com a participação ativa da população do município e principalmente, dos empresários locais.

O Ananindeua 2030 é a classe empresarial se mobilizando e somando esforços com o poder público, no sentido de pensar alternativas para o desenvolvimento do município, para a geração de emprego, a inclusão social e a redução dos índices negativos. É uma demonstração clara de como podemos nos tornar sujeitos de nossa própria história.

Se possuir interesse no tema da palestra, aguarde que em breve disponibilizarei a íntegra aqui!









quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Entrevistas sobre as projeções para a economia em 2017

Em janeiro, após a realização do Seminário “Projeções e perspectivas para a economia brasileira e paraense em 2017”, promovido pela Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), concedi entrevistas detalhando o assunto e apresentando dados sobre a economia do estado. Assistam as entrevistas:

Jornal “Nazaré Notícias” - TV Nazaré.



Programa “Sem Censura Pará” - TV Cultura Do Pará.


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Palestra em evento da Associação Empresarial de Ananindeua – ACIA

Nesta quinta-feira (16), durante a solenidade de posse das diretorias da Associação Empresarial de Ananindeua – ACIA, estarei ministrando a palestra “Projeções e Perspectivas para a Economia Brasileira e Paraense em 2017”, durante a qual serão apresentados dados de indicadores econômicos e as projeções para este ano. Em breve disponibilizarei o vídeo da palestra.



Mais de R$ 20 milhões para financiamento em pesquisas científicas

Reforçando o compromisso com o desenvolvimento da pesquisa científica e a formação de pesquisadores no estado do Pará, lançamos na manhã desta quarta-feira (15), os editais da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) para Bolsas de Doutorado, Mestrado e Iniciação Científica, que somam mais de R$ 11 milhões. O lançamento foi realizado durante a reunião do Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica (CONSECTET), que integro como presidente da Fapespa.

Os três editais lançados são os primeiros do ano de 2017 e garantem para investimento na área os montantes de: R$ R$ 5.280 milhões para bolsas de Doutorado; R$ 2.600 milhões para bolsas de Mestrado; e R$ 2.400 milhões para bolsas de Iniciação Científica. Os editais podem ser acessados no site da Fapespa.

Na ocasião, além do lançamento destes três editais, detalhamos os demais editais previstos para o ano, como o PBIC-Junior, voltado para estudantes de ensino médio e técnico da rede pública, e os editais Interpará, destinado a fomentar redes de pesquisa nas Regiões de Integração do Estado. Ao todo estão previstos 14 editais, que somam mais de R$ 20 milhões.

Estiveram presentes na reunião os membros do CONSECTET, que integra Secretarias Estaduais, Instituições de Ensino Superior, Instituições de Pesquisa, Federações de diversos seguimentos da economia, entre outras instituições.






terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Palestra sobre Criatividade e Gestão Pública

A criatividade é um tema que está cada dia mais presente no mundo corporativo e também na gestão pública. Quer entender mais sobre este assunto, assista a íntegra da palestra que ministrei em janeiro, na Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará, com o tema “A criatividade e a importância da quebra de paradigmas: elementos fundamentais para a gestão pública na atualidade”.



segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Previsão de editais para pesquisa em 2017 chega a R$ 20 milhões


Na manhã desta segunda-feira (13), no Auditório da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), reunimos com representantes de Instituições de ensino e pesquisa do Estado do Pará, para expor o plano de trabalho para o ano de 2017 com destaque para a previsão de editais a serem lançados. Na ocasião, foram apresentados os valores dos editais de 2015 e 2016, os resultados alcançados a partir deles e os valores previstos para 2017.

Os primeiros lançamentos do ano ocorrerão nesta quarta-feira (15), com editais para Bolsas de Iniciação Científica, Mestrado e Doutorado, totalizando mais de R$ 11 milhões de incentivo a pesquisa no Estado do Pará. Para todo o ano de 2017 estão previstos mais de R$ 20 milhões. Estiveram presentes na reunião os representantes das instituições: Rômulo Simões Angélica, da UFPA; Ana Paula Palheta e Glauco Lima Pereira, da IFPA; Izildinho Miranda, da UFRA; e Wolmar  Wosiacki, do Museu Emílio Goeldi.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Pará, um mundo de oportunidades

Localizado no Norte do Brasil, na maior floresta tropical do mundo, o Pará abriga uma fantástica gama de recursos naturais. Maior mercado consumidor e maior economia do Norte do país, o Pará se destaca no crescimento industrial. Em 2015, o estado teve a melhor colocação na avaliação de risco para investimentos entre os estados brasileiros. E na balança comercial o Pará ficou entre os primeiros com saldo de 9,3 bilhões de dólares. Os destaques para esse resultado são a mineração e o agronegócio. Esse contexto garante um grande potencial de desenvolvimento e para receber investimentos.

No vídeo abaixo, confira porque o Pará se tornou um mundo de oportunidades:

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Pará é uma oportunidade interessante de emprego

A indústria no Pará não para de crescer! Em 2016, o setor industrial do estado teve crescimento de 9,5% com geração de empregos ante uma queda de 6,6% na produção da indústria do Brasil com milhares de empregos perdidos. A justificativa desse crescimento inclui parcerias, capacitação e exportação. Dessa forma, o estado se tornou uma excelente opção para quem está em busca de um emprego de qualidade.

O Pará também está montando um polo industrial têxtil porque tem a matéria-prima, a celulose solúvel. Além disso, trata-se do estado do Norte que mais recebeu investimentos nos últimos anos, com potencial em diversas áreas. Na geração de emprego e renda, os principais investimentos estão em energia, mineração, logística, infraestrutura, turismo e ciência, tecnologia e inovação. E com a ampliação do canal do Panamá, o estado terá a real possibilidade de se consolidar como a melhor rota comercial do Brasil.

Esses foram alguns pontos destacados ontem, no Jornal RedeTV News. Confira o vídeo:

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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Pará tem menor redução do PIB entre todos os Estados


O Pará foi o único estado do Brasil com ganho no Produto Interno Bruto (PIB) em 2015 (0,3) e foi aquele que apresentou o menor índice de retração (-1,0) em 2016, se destacando com o melhor resultado entre todas as 27 unidades da Federação. Os números foram divulgados ontem, por meio do estudo da Tendências Consultoria Integrada, que aponta o efeito da crise no PIB dos Estados.
O estudo também revela que, mesmo com o panorama desfavorável dos últimos anos, em 2017 as previsões do PIB são positivas. A economia de todas as regiões do país deve sofrer uma ligeira expansão, com destaque para o Norte, com estimativa de crescimento de 2,9%, seguido da região Nordeste, com 2%; Centro-Oeste, com 1,4%; Sudeste com 0,5% e Sul com 0,4%.
Vale destacar que esse posicionamento do Pará se deve aos setores da mineração, energia e agronegócio, em especial à soja. Segundo dados da Redes/Fiepa, até 2020, o Pará irá receber 124 bilhões de reais em investimento, principalmente no setor extrativo mineral, na geração de energia elétrica e na infraestrutura e logística.
Confira mais informações sobre a projeção AQUI.