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Hoje, 25 de julho, é o Dia do Escritor.

Desde fevereiro, venho mergulhando mais fundo na arte da escrita literária, como aluno do Curso de Formação de Escritores da Metamorfose, venho exercitando escuta, leitura e prática — não apenas para aprimorar a técnica, mas para aprofundar o olhar sobre o mundo, as pessoas e sobre mim mesmo.


Escrever é um ato de construção: de linguagem, de sentido, de memória. Para alguém habituado ao universo, por vezes hermético, da economia e da linguagem acadêmica, escrever literatura tem sido como atravessar uma ponte: do rigor analítico à abertura sensível da condição humana. A palavra deixa de ser apenas ferramenta de explicação, para tornar-se espaço de revelação do sentimento, do sentido, da existência e da eternidade.


Do esboço inicial de um primeiro romance, passando pelos primeiros contos, por crônicas e ensaios, sigo escrevendo, mas agora movido pelo desejo de tocar a alma das pessoas, de estabelecer uma diferente forma de conexão.


Escrever não é apenas um dom. É um chamado. Um caminho que adentrei com gratidão.

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